É considerado o país mais feliz do mundo: tem apenas 800 mil habitantes e em vez de PIB guia-se pelo FIB, Felicidade Interna Bruta, um indicador instituído em 1972 e que continua a subir desde aí.

Percurso I: 6 dias no Butão a partir de 2250 euros por pessoa. Inclui voos internacionais, carro com motorista, guia, hoteis e todas as refeições. Estão excluídas apenas bebidas e gratificações.

Percurso II: 6 dias Butão + 3 dias Kathmandu a partir de 2320 euros por pessoa. Inclui tudo no Butão + hotel em Kathmandu.

O Butão é um pequeno país de mosteiros no meio dos Himalaias, onde o budismo é lei, os habitantes ainda vestem o traje tradicional, trabalham na sua grande maioria na agricultura e vivem em pequenas aldeias perdidas entre montes e vales verdejantes. Um país de um misticismo único, com uma aura digna de conto de fadas.

 

Thimphu

Capital do Butão, Thimphu é a única cidade do país. É pequena — tem menos de 100 mil habitantes — mas já conta com alguns edifícios altos. O que não existe por ali são semáforos — há apenas um polícia sinaleiro.

Um dos ex-líbris a visitar é o Memorial Chorten, uma “stupa” construída em 1974 pelo 3º Rei do Butão. Aqui veem-se as rodas de oração, uns grandes e pesados cilindros gravados de orações que se giram no sentido dos ponteiros do relógio.

Não se deve perder também o Tashicho Dzong, sede do governo butanês desde 1952. Os “Dzongs” são antigas fortificações de caráter religioso e militar. Hoje em dia são cada vez menos militares e mais religiosas já que o Butão não tem praticamente exército.

O Buddha Point, o maior Buda sentado do mundo, é outro monumento a não perder. É uma obra impressionante, toda feita em bronze, que tem ainda uma bonita vista sobre a cidade.

 

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Punakha

Fica a cerca de 3 horas de viagem desde a capital, por uma estrada de curvas e contra-curvas, que mistura asfalto com terra. No caminho, passa-se pelo Dorchula Pass, a 3150 metros de altitude, onde vale a pena parar num dia de céu limpo para ver a bonita vista sobre os Himalaias. Em Punakha a atracção principal é 0 Dzong local, que é considerado o mais bonito do país. Fica à beira- rio, circundado de jacarandás, E é tão imponente como misterioso.

Datado do século XVI foi o segundo Dzong a ser construído no país – Punakha foi durante 300 anos a capital do Butão – e nele foram coroados todos os reis.

 

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Haa

É uma das zonas mais remotas do país. Foi das últimas do Butão a ser aberta ao turismo e, mesmo assim, só 10 por cento dos visitantes resolvem incluí-la nos seus roteiros.

De Thimphu a Haa são cerca de quatro horas de viagem em que se percorrem apenas 180 km. Mas vale muito a pena. Não só pela belíssima paisagem durante toda a viagem, como pela sua autenticidade.

Haa tem dois dos templos mais antigos do país, o Lhakhang Karpo e o Lhakhang Nagpo, que, segundo dizem, foram construídos no século VII pelo rei tibetano Songsten Gampo, que chegou ao Butão com a missão de construir 108 mosteiros num dia.

 

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Paro

De Haa a Paro, a segunda maior povoação do país, são cerca de três horas de viagem. Mais uma vez, a deslocação é demorada: as povoações estão separadas por apenas 65 km. Tem que se subir até ao cimo da montanha e voltar a descer.

A paisagem é de cortar a respiração, na primavera é tudo muito verde, muito florido e ao longe avistam-se os picos gelados dos Himalaias, onde fica a fronteira com o Tibete. A meio caminho passa-se pelo chamado Chelila Pass a 3810 metros de altitude. Este é o ponto mais alto do país possível de alcançar por estrada. Centenas e centenas de coloridas bandeiras de oração esvoaçam ao vento. Ao longe, a cordilheira dos Himalaias. Ao fundo, o vale de Paro.

Já em Paro vale a pena visitor o Rimpong Dzong, um dos Dzongs mais importantes do país e que fica ao lado do palácio real. Vivem aqui mais de 200 monges. Em Paro fica também o Kyichu Lhakhang. Construído no séc VII, é um templo budista sagrado onde viveu exilado durante muitos anos o professor do Dalai Lama.

 

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O Ninho do Tigre

A grande atracção de Paro é o Ninho do Tigre, um dos mais icónicos mosteiros do Butão. Construído no século XVII numa escarpa a 300 metros de altura, foi devastado por um incêndio em 1998.

É considerado um dos 10 templos mais sagrados do mundo budista e alberga apenas monges de “alta patente”.

A subida até à cafetaria, mais ou menos a meio caminho até pode ser feita a cavalo, mas a partir daí são cerca de 700 degraus que desafiam os mais fortes e deitam ao chão os mais fracos.

 

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Thimphu

Capital do Butão, Thimphu é a única cidade do país. É pequena — tem menos de 100 mil habitantes — mas já conta com alguns edifícios altos. O que não existe por ali são semáforos — há apenas um polícia sinaleiro.

Um dos ex-líbris a visitar é o Memorial Chorten, uma “stupa” construída em 1974 pelo 3º Rei do Butão. Aqui veem-se as rodas de oração, uns grandes e pesados cilindros gravados de orações que se giram no sentido dos ponteiros do relógio.

Não se deve perder também o Tashicho Dzong, sede do governo butanês desde 1952. Os “Dzongs” são antigas fortificações de caráter religioso e militar. Hoje em dia são cada vez menos militares e mais religiosas já que o Butão não tem praticamente exército.

O Buddha Point, o maior Buda sentado do mundo, é outro monumento a não perder. É uma obra impressionante, toda feita em bronze, que tem ainda uma bonita vista sobre a cidade.