Percurso I: Maputo + Kruger Park + Ilha de Moçambique Preço médio por pessoa com avião e estadia 3 dias Maputo + 6 dias ilha de Moçambique + 1 dia Kruger: a partir de 2.000 euros por pessoa em quarto duplo. Percurso II: Maputo + Inhambane + Bazaruto Preço médio por pessoa com avião e estadia 3 dias Maputo + 3 dias Inhambane + 3 dias no arquipélago de Bazaruto: a partir de 2.300 euros por pessoa em quarto duplo. Percurso III: Maputo + Quirimbas Preço médio por pessoa com avião e estadia 3 dias Maputo + 5 dias Quirimbas: a partir de 2.300 euros por pessoa em quarto duplo. Percurso IV: Maputo + Swazilandia + Inhambane Preço médio por pessoa com avião e estadia 3 dias Maputo + 4 dias Inhambane + 2 dias Swazilândia: a partir de 2.400 euros por pessoa em quarto duplo. Percurso V: Maputo + Inhambane + God’s Window (África do Sul) Preço médio por pessoa com avião e estadia 3 dias Maputo + 4 dias Inhambane + 2 dias God’s Window: a partir de 2.350 euros por pessoa em quarto duplo. Percurso VI: Maputo + Inhambane + Cidade do Cabo Preço médio por pessoa com avião e estadia 3 dias Maputo + 4 dias Inhambane + 3 Cidade do Cabo: a partir de 2.375 euros por pessoa em quarto duplo. *Possibilidade de extensão à Swazilandia: 2 dias, a partir de 300 euros por pessoa. *Possibilidade de extensão a Gods Window na África do Sul – 2 dias, preço médio: 250 euros por pessoa.

 

Do colorido da cidade de Maputo ás praias de Inhambane. Do arquipélago de Bazaruto ao arquipélago das Quirimbas. Ilhas desertas no meio de águas límpidas, marisco fresco, noites quentes. Dias de praia, mergulho, passeios pelas estradas de terra vermelha, palmeiras e palhotas. Contacto com as comunidades locais, noites em lodges únicos, jantares debaixo das estrelas.
Possibilidade de extensão ao Kruger Park com safari incluído.
Possibilidade de extensão à Ilha de Moçambique, primeira capital do país, sitio onde desembarcou Vasco da Gama, classificado como Património Mundial pela Unesco. Noites em lodge à beira, piqueniques em ilhas desertas, snorkelling e mergulho.

Maputo
Terra de sol e calor, à beira do Índico, Maputo é a mistura entre o passado e o presente. Uma marginal pejada de palmeiras, um areal a perder de vista, muitas capulanas, muito pau preto, muito marisco. E um povo de sorriso aberto.
Antiga Lourenço Marques, a cidade de Maputo conserva até hoje as memórias de um passado pré-independência. Ao longo de grandes avenidas revestidas de acácias e jacarandás, não faltam casas de arquitectura colonial, clubes com grandes piscinas à beira –mar, uma imponente catedral católica. Nos bairros residenciais, as moradias sucedem-se em série à sombra das árvores.
Ideal para dois ou três de viagem, a cidade oferece uma mistura singular de cores, cheiros e sabores. Pelas ruas não faltam vendedores ambulantes, de cajus a DVD’s, de capulanas a fichas eléctricas. Nos restaurantes à beira-mar servem-se lagostas grelhadas e caris vários. No Marítimo, na Sagres, no Naval, no Waterfront. Pelas noites fora, com as temperaturas sempre acima dos 25 graus, não faltam sons bem africanos

Kruger Park
A experiência de fazer um safari único num parque único e ver os Big Five a escassos metros de nós. Elefantes, leões, girafas etc… a savanna a perder de vista, o céu pejado de estrelas, os nasceres e os pores do sol únicos. Os cheiros, os sons… tudo tão diferente, tudo tão especial.

Ilha de Moçambique
Ilha de Moçambique: Património Mundial da UNESCO desde 1991, primeira capital do país homónimo, terra do povo Macua. Nomes como Praia das Chocas, Praia da Carrusca, são alguns dos tesouros locais que se mantém praticamente inexplorados.
Uma água límpida, cor de coral, uma areia muito branca, coqueiros alinhados frente ao mar, a estenderem-se até onde o horizonte vai. Agora junte-se uns jantares na praia, mesmo à beira –mar, à luz das velas, com peixe grelhado no momento. Uns pequenos almoços de frutos exóticos, scones e “muffins”. Uns passeios de canoa pelo mar fora. Uns dias longos de caminhadas pelo areal, pés descalços e água tépida. Uns entardeceres à vela, ao longo da costa, com champanhe a acompanhar.
Inhambane
Inhambane é uma das mais bem conservadas vilas de Moçambique, em cada esquina mantém-se intacta a marca dos portugueses que aqui chegaram no século XVI. Traça colonial, paredes caiadas de branco, ruas largas e bancos de jardim à sombra de laranjeiras. No centro, o Mercado Municipal impõe uma visita. Peixe fresco, marisco, vegetais de todas as espécies e feitios e muito artesanato local, entre capulanas garridas, estatuetas de madeira e cestos de verga.
Longe dos destinos turísticos de massas, a costa de Inhambane conserva ainda o ar selvagem, a paz, o sossego. Um areal a perder de vista quase sem ninguém, uma areia praticamente imaculada, um mar de ondas revoltas, pequenos “lodges” com apenas meia dúzia de cabaninhas de madeira e telhado de colmo, propositadamente escondidas entre os coqueiros. Para além da praia, também o mar é um dos melhores da costa africana para a prática do mergulho e da pesca. Pode contar com vários recifes soberbos, cheios de espécies de todos os tamanhos, desde garoupas a moreias, raias, tartarugas, golfinhos até tubarões-baleia e tubarões-tigre.
A Praia do Tofo oferece ainda diversos restaurantes, bares e animação.

Bazaruto
Mergulho, pesca, passeios de barco ao pôr-do-sol, camarões grelhados, tardes de descanso à beira-mar, jantares à luz das velas.
Já muito se ouviu falar em Bazaruto, arquipélago na costa moçambicana, famoso pelas suas águas límpidas e areais a perder de vista. A estação seca vai de Abril a Novembro e durante estes meses a temperatura média do ar ronda os 25 graus. De Novembro a Março, época das chuvas,  as temperaturas sobem para os 30.

Quirimbas
Quase desconhecido pela maioria, o arquipélago das Quirimbas é um dos segredos mais bem guardados do continente africano. Mar esmeralda, praias de areia branca, ilhas praticamente desertas e um povo de sorriso aberto.
Há quem compare as Quirimbas às Seychelles, há quem diga que são bastante melhores que as Maldivas. Mas é preciso ver para crer.
Localizado no Norte de Moçambique, na província de Cabo Delgado, quase a roçar a fronteira da Tanzânia, este arquipélago é composto por dezenas e dezenas de pequenas ilhas, ilhotas e ilhéus, de areais finos, águas translúcidas e vegetação luxuriante. Tudo no meio de grandes bancos de coral, perfeitos para qualquer fã de mergulho.

Swazilandia
Rodeado de montanhas, o vale de Ezulwini é considerado o éden da Swazilandia. Belas paisagens, reservas animais, bons restaurantes, campos de golfe, actividades radicais e lojas originais.
Tudo se passa basicamente ao longo de uma estrada de cerca de trinta quilómetros por onde desfilam paisagens de savana, campos de milho e jacarandás floridos. Sempre com as montanhas ao fundo. Para quem gosta de golfe não falta um campo de 18 buracos no Royal Swazi Sun, para quem gosta de visitas culturais há a oportunidade de visitar uma aldeia local da Swazilândia, a Mantenga, onde se pode apreciar uma demonstração de danças tradicionais, ver como são as casas típicas, os trajes, os costumes e as tradições. Para quem prefere aventuras radicais, a Swazi Trails oferece a possibilidade de conhecer o vale a cavalo, de bicicleta ou de moto quatro, acompanhado por um guia. Com passagem por cascatas, riachos e trilhos no meio da floresta. Para quem gosta de gastronomia, há vários restaurantes a não perder. Para quem gosta de natureza e de animais nada como aproveitar o “vale do paraíso” para passar um dia na reserva mais antiga do pais, a Mlilwane. Com 4500 hectares, é possível percorrer parte da área a pé ou a cavalo, visto que a fauna é predominantemente constituída por antílopes, impalas, zebras, avestruzes e girafas.

God’s Window
Há paisagens que nos fazem suster o folêgo. God’s Window é uma delas. Localizada no Norte da África do Sul, na província de Mpumalanga, acerca de 200 quilómetros da fronteira de Moçambique e praticamente colada à reserva animal do Kruger Park, é considerado o terceiro maior desfiladeiro do mundo, logo depois do Grand Canyon, nos Estados Unidos, e do Nujiang, na China.
Ao todo são mais de 250 quilómetros ao longo de uma estrada panorâmica, com 900 metros de altitude sob o vale de Lowved, com vista sobre uma floresta luxuriante e a reserva animal. Para percorrer devagar, de carro, de bicicleta, a cavalo ou mesmo a pé. As paisagens são cénicas, entre miradouros, cascatas e fenómenos geológicos.

Cidade do Cabo
É considerada a cidade mais bonita do continente africano.Vibrante, emblemática, histórica. Praias lindas, restaurantes glamourosos, bares cosmopolitas, palmeiras, esplanadas à beira-mar. Do simbólico Cabo da Boa Esperança ao multicolorido bairro de Bo-Kaap, do luxo de Clifton às docas Victoria & Alfred, da irreverente Long Street às ondas de Camps Bay, do mercado diário da praceta Green Market à vista do topo das Table Mountains. Elegante, trendy, cheia de gente bonita.
Possibilidade de extensão ao Cabo da Boa Esperança e às vinhas de Stellenbosch.